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	<title>Ginelli &amp; Silvério Advogados</title>
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	<title>Ginelli &amp; Silvério Advogados</title>
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	<item>
		<title>PORTADOR DE CÂNCER É REINTEGRADO AO AMBIENTE DE TRABALHO </title>
		<link>https://www.ginellisilverioadvogados.com.br/portador-de-cancer-e-reintegrado-ao-ambiente-de-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Veridiana Ginelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Apr 2025 16:14:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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					<description><![CDATA[O TRT2 entendeu que uma funcionária que havia dedicado 16 anos de trabalho a empresa e que foi demitida em tratamento de câncer tinha o direito a reintegração. Assim decidindo: “Assim, ante o possível confronto entre a segurança e a efetividade, cabe ao julgador deferir a medida liminar, com o objetivo de preservar os bens&#8230;&#160;<a href="https://www.ginellisilverioadvogados.com.br/portador-de-cancer-e-reintegrado-ao-ambiente-de-trabalho/" class="" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">PORTADOR DE CÂNCER É REINTEGRADO AO AMBIENTE DE TRABALHO </span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O TRT2 entendeu que uma funcionária que havia dedicado 16 anos de trabalho a empresa e que foi demitida em tratamento de câncer tinha o direito a reintegração.</p>



<p>Assim decidindo:</p>



<p><em>“Assim, ante o possível confronto entre a segurança e a efetividade, cabe ao julgador deferir a medida liminar, com o objetivo de preservar os bens e valores prevalentes à luz do Direito, sem olvidar a hipótese de tal medida ser concedida, , quando, por exemplo, a bilateralidade for inaudita altera parte incompatível com a urgência da pretensão provisória.</em></p>



<p><em><br>Na hipótese em questão, portanto, a narrativa da exordial e os documentos que a instruíram revelam justamente a probabilidade deste direito.</em></p>



<p><em><br>Além disso, a demora no julgamento pode representar dano de difícil reparação para a impetrante, pois pode vir a sofrer prejuízos de ordem material em razão, especialmente, do cancelamento do seu plano de saúde durante o tratamento da doença que a acomete.</em></p>



<p><em><br>Daí porque, se verifica no caso o e fumus boni juris periculum in mora , a autorizar o deferimento da liminar pretendida.</em></p>



<p><em><br>Observa-se que sequer há que se falar em prejuízo ou irreversibilidade da medida, até porque a impetrante, reintegrada, prestará serviços, de modo que a força de trabalho estará à disposição do empregador.</em></p>



<p><em><br>Ante o exposto, para determinar a reintegração defiro a liminar da impetrante ao emprego, bem assim a manutenção do seu plano de saúde.”</em></p>



<p><strong><em>Fonte: TRT2 &#8211; SDI-7 &#8211; CADEIRA 9 &#8211; MSCiv 1030865-07.2023.5.02.0000</em></strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Trabalhador que sofreu represália por ajuizar ação trabalhista deve ser indenizado</title>
		<link>https://www.ginellisilverioadvogados.com.br/trabalhador-que-sofreu-represalia-por-ajuizar-acao-trabalhista-deve-ser-indenizado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Veridiana Ginelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Dec 2024 20:42:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mídias]]></category>
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					<description><![CDATA[A 6ª Turma do TRT da 2ª Região reformou sentença e considerou discriminatória a manutenção de trabalhador em período diurno sem que o profissional tivesse registrado interesse por esta opção, conforme previsto em acordo coletivo. Os magistrados acolheram a tese do reclamante, entendendo que houve represália em razão de processo trabalhista ajuizado anteriormente. A decisão&#8230;&#160;<a href="https://www.ginellisilverioadvogados.com.br/trabalhador-que-sofreu-represalia-por-ajuizar-acao-trabalhista-deve-ser-indenizado/" class="" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">Trabalhador que sofreu represália por ajuizar ação trabalhista deve ser indenizado</span></a>]]></description>
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<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="648" height="1024" src="https://www.ginellisilverioadvogados.com.br/wp-content/uploads/2024/12/image-1-648x1024.jpg" alt="" class="wp-image-7941" style="width:416px;height:auto" srcset="https://www.ginellisilverioadvogados.com.br/wp-content/uploads/2024/12/image-1-648x1024.jpg 648w, https://www.ginellisilverioadvogados.com.br/wp-content/uploads/2024/12/image-1-190x300.jpg 190w, https://www.ginellisilverioadvogados.com.br/wp-content/uploads/2024/12/image-1-768x1214.jpg 768w, https://www.ginellisilverioadvogados.com.br/wp-content/uploads/2024/12/image-1-972x1536.jpg 972w, https://www.ginellisilverioadvogados.com.br/wp-content/uploads/2024/12/image-1.jpg 1012w" sizes="(max-width: 648px) 100vw, 648px" /></figure>
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</div>
</div>



<p>A 6ª Turma do TRT da 2ª Região reformou sentença e considerou discriminatória a manutenção de trabalhador em período diurno sem que o profissional tivesse registrado interesse por esta opção, conforme previsto em acordo coletivo. Os magistrados acolheram a tese do reclamante, entendendo que houve represália em razão de processo trabalhista ajuizado anteriormente. A decisão obrigou a companhia a oferecer oportunidade para o empregado escolher o turno mais conveniente.</p>



<p>O homem contou que foi impedido de colocar seu nome na relação de interessados no trabalho noturno. Segundo ele, os escolhidos da lista permaneciam no mínimo seis meses no turno da noite. Alegou não só ter sido discriminado perante os colegas, mas ter perdido parte da renda mensal que recebia, o que causou dificuldades financeiras para o sustento da família.</p>



<p>Em defesa, a Companhia Paulista de Trens Metropolitanos argumentou que o trabalhador deixou clara sua discordância com o procedimento da empresa de alternar a escala nos moldes do pactuado no acordo coletivo. Apontou que o reclamante buscou, no processo anterior, o reconhecimento da jornada de seis horas e teria alegado desgaste à saúde com a troca de turnos. A empregadora negou ter praticado punição, perseguição ou discriminação.</p>



<p>No acórdão, a desembargadora-relatora Beatriz Helena Miguel Jiacomini pontuou que é direito do empregado participar da lista para o trabalho noturno, conforme previsto no acordo coletivo. Entendeu que, no processo ajuizado anteriormente, o reclamante não discutiu o horário, mas a forma de revezamento dos turnos. E, citando o artigo 5º da Constituição Federal, que assegura o direito de ação, afirmou que “a conduta da reclamada configura ato retaliatório pelo ajuizamento do processo”.</p>



<p>Assim, apontou violação da integridade moral do empregado e condenou a reclamada a pagar R$ 5 mil por dano moral, além de estabelecer indenização correspondente ao adicional noturno suprimido relativo aos cinco meses em que o autor deveria ter trabalhado no período da noite, arbitrado em R$ 9 mil.</p>



<p>(Processo nº 1000443-97.2024.5.02.0005)</p>



<p>Fonte: <a href="Fonte: https://www.lex.com.br/trabalhador-que-sofreu-represalia-por-ajuizar-acao-trabalhista-deve-ser-indenizado/">https://www.lex.com.br/trabalhador-que-sofreu-represalia-por-ajuizar-acao-trabalhista-deve-ser-indenizado/</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>TRT de São Paulo reconhece como bancário empregado do Santander transferido para a F1RST</title>
		<link>https://www.ginellisilverioadvogados.com.br/trt-de-sao-paulo-reconhece-como-bancario-empregado-do-santander-transferido-para-a-f1rst/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Veridiana Ginelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Nov 2024 14:21:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mídias]]></category>
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					<description><![CDATA[Redação Spbancarios&#160;&#160;26/11/2024 &#8211; 18:31&#160;&#160; 26/11/2024 &#8211; 18:32 Imagem Destaque O Santander sofreu derrota na Justiça em mais uma tentativa de fraude trabalhista. O Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de São Paulo concedeu os direitos da categoria bancária a empregado transferido pelo banco Santander para a empresa F1rst, do mesmo grupo. O bancário foi transferido pelo&#8230;&#160;<a href="https://www.ginellisilverioadvogados.com.br/trt-de-sao-paulo-reconhece-como-bancario-empregado-do-santander-transferido-para-a-f1rst/" class="" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">TRT de São Paulo reconhece como bancário empregado do Santander transferido para a F1RST</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Redação Spbancarios&nbsp;&nbsp;26/11/2024 &#8211; 18:31&nbsp;&nbsp;</p>



<p>26/11/2024 &#8211; 18:32</p>



<p><a href="https://www.facebook.com/sharer/sharer.php?u=https://spbancarios.com.br/11/2024/trt-de-sao-paulo-reconhece-como-bancario-empregado-do-santander-transferido-para-f1rst&amp;title=TRT%20de%20S%C3%A3o%20Paulo%20reconhece%20como%20banc%C3%A1rio%20empregado%20do%20Santander%20transferido%20para%20a%20F1RST" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><a href="https://twitter.com/intent/tweet?text=TRT%20de%20S%C3%A3o%20Paulo%20reconhece%20como%20banc%C3%A1rio%20empregado%20do%20Santander%20transferido%20para%20a%20F1RST+https://spbancarios.com.br/11/2024/trt-de-sao-paulo-reconhece-como-bancario-empregado-do-santander-transferido-para-f1rst" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><a href="https://wa.me/?text=https://spbancarios.com.br/11/2024/trt-de-sao-paulo-reconhece-como-bancario-empregado-do-santander-transferido-para-f1rst" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><a href="http://www.linkedin.com/shareArticle?mini=true&amp;url=https://spbancarios.com.br/11/2024/trt-de-sao-paulo-reconhece-como-bancario-empregado-do-santander-transferido-para-f1rst&amp;title=TRT%20de%20S%C3%A3o%20Paulo%20reconhece%20como%20banc%C3%A1rio%20empregado%20do%20Santander%20transferido%20para%20a%20F1RST&amp;source=https://spbancarios.com.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a></p>



<p>Imagem Destaque</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://spbancarios.com.br/sites/default/files/styles/max_1300x1300/public/destaques/2024-11/bancario.jpg?itok=_oq3_Ho9" alt="Imagem de uma balança com a frase: é bancário" title="Arte: Freepik"/></figure>



<p>O Santander sofreu derrota na Justiça em mais uma tentativa de fraude trabalhista. O Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de São Paulo concedeu os direitos da categoria bancária a empregado transferido pelo banco Santander para a empresa F1rst, do mesmo grupo.</p>



<p>O bancário foi transferido pelo Santander para a F1RST em março de 2022, perdendo com isso todos os direitos garantidos pela Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria. Ele então procurou o Sindicato que o assessorou na ação trabalhista.</p>



<p>Em sua decisão, a desembargadora relatora Soraya Galassi Lambert, da 17ª Turma, aponta que: &#8220;conquanto o reclamante tenha laborado os últimos meses contratuais para a primeira recorrida, certo é que o grupo Santander sempre foi o destinatário e o beneficiário da mão de obra do autor. Até porque, restou devidamente comprovado que o autor não prestou serviço para outra empresa senão ao grupo Santander.”</p>



<p>A desembargadora destacou ainda que “em que pese o autor não ter trabalhado diretamente com numerário, suas atividades como monitoria dos sistemas de financiamentos de veículos e bens estavam inseridas na atividade-fim de transações bancárias e financiamentos, tendo em vista que estas dependiam (ou concorriam) da atuação tecnológica para o alcance do fim.”</p>



<p>Ela citou também que o preposto das reclamadas (Santander e F1RST) confessou que o funcionário trabalhava no atendimento a clientes na área de financiamento. “Dessa forma, não é razoável que o autor não seja classificado na condição de bancário, se assim foi classificado pelo banco recorrido ao ser contratado, tanto que recebia todos os benefícios de bancário, como se bancário fosse, até janeiro/2022, e posteriormente desclassificá-lo da indigitada condição pelo fato de que, nos últimos meses, trabalhou para a 1ª recorrida (F1rst) que incorporou a Santander Tecnologia&#8221;, afirma em sua decisão.</p>



<p>“Esta decisão judicial favorável ao trabalhador evidencia mais uma contratação fraudulenta, como as tantas que vêm sendo cometidas pelo banco Santander. Com as fraudes trabalhistas, os empregados que atuam nas empresas do conglomerado são submetidos à gestão e metas estabelecidas pelo banco, mas recebem direitos rebaixados, como vales refeição e alimentação e PLR menores do que os negociados na CCT da categoria bancária. Além disso, perdem a representação sindical da categoria bancária”, destaca a diretora executiva da Fetec-CUT/SP e coordenadora da COE Santander (Comissão dos Empregados do Banco Santander),&nbsp; Wanessa de Queiroz.</p>



<p>A dirigente destaca ainda que, na comparação de dados dos balanços do Santander de 2019 a 2023, nota-se que a despesa de pessoal real da estrutura do banco caiu 22%, enquanto que a das empresas coligadas aumentou 126%. “Esses dados indicam que há uma troca de trabalhadores da estrutura do banco para as outras empresas do grupo”, conclui.</p>



<p>O advogado responsável pela ação, André Watanabe, lembra que da decisão ainda cabe recurso para o Tribunal Superior do Trabalho (TST).</p>



<p>FONTE: https://spbancarios.com.br/11/2024/trt-de-sao-paulo-reconhece-como-bancario-empregado-do-santander-transferido-para-f1rst </p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>TERCEIRIZADO TEM RECONHECIMENTO DE VÍNCULO DE EMPREGO COM BANCO SANTANDER</title>
		<link>https://www.ginellisilverioadvogados.com.br/terceirizado-tem-reconhecimento-de-vinculo-de-emprego-com-banco-santander/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luis Gustavo Silvério]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Sep 2024 16:28:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.ginellisilverioadvogados.com.br/?p=7928</guid>

					<description><![CDATA[Uma funcionária registrada através de empresa terceirizada, teve garantido o reconhecimento de vínculo de emprego diretamente com o Banco, vez que restou provado os requisitos do Art. 3ª da Consolidação das Leis do Trabahlo, quais sejam: pessoalidade subordinação frequência onerosidade A sentença entendeu que: &#8220;Dessa  forma,  entendo  que  o  contrato  celebrado  entre  a  2ªreclamada e&#8230;&#160;<a href="https://www.ginellisilverioadvogados.com.br/terceirizado-tem-reconhecimento-de-vinculo-de-emprego-com-banco-santander/" class="" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">TERCEIRIZADO TEM RECONHECIMENTO DE VÍNCULO DE EMPREGO COM BANCO SANTANDER</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Uma funcionária registrada através de  empresa terceirizada, teve garantido o reconhecimento de vínculo de emprego  diretamente com o Banco,  vez que restou provado os requisitos do Art. 3ª da Consolidação das Leis do Trabahlo, quais sejam:</p>



<p><strong>pessoalidade</strong></p>



<p><strong>subordinação</strong></p>



<p><strong>frequência</strong></p>



<p><strong>onerosidade</strong></p>



<p></p>



<p>A sentença entendeu que:</p>



<p><em>&#8220;Dessa  forma,  entendo  que  o  contrato  celebrado  entre  a  2ªreclamada e pessoa jurídica de titularidade da reclamante teve por objetivo a fraude aos direitos trabalhistas da autora, que prestava serviços em favor da 1ª ré e respondia diretamente a seus prepostos.</em></p>



<p><em>Além  disso,  observo  que  a  prova  dos  autos  demonstra  que referida prestação de serviços se dava com subordinação, habitualidade, onerosidade e pessoalidade, estando, pois, presentes os requisitos dos artigos 2º e 3º, ambos da CLT.</em></p>



<p><em>Assim sendo, porquanto firmado em fraude, declaro a nulidade do contrato de prestação de serviços entabulado entre a reclamante e a 2ª reclamada, e reconheço o vínculo de emprego entre a autora e a 1ª ré, no período, cargo e mediante remuneração afirmada na peça de ingresso*</em></p>



<p></p>



<p><strong>Fonte: TRT2 &#8211; 70ª VT/SP &#8211; PROCESSO: 1000545-55.2023.5.02.0070</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Você sabe o que é assédio moral no trabalho ?</title>
		<link>https://www.ginellisilverioadvogados.com.br/voce-sabe-o-que-e-assedio-moral-no-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Veridiana Ginelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jul 2024 16:41:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mídias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.ginellisilverioadvogados.com.br/?p=7907</guid>

					<description><![CDATA[Segue Reclamação Trabalhista onde obtivemos êxito nesse sentido: TRT 2 &#8211; 1ª VT/TABOÃO DA SERRA &#8211; ATOrd 1000628-73.2022.5.02.0501 TRT2 &#8211; 38º VT/SP &#8211; ATOrd 1001283-81.2019.5.02.0038]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img decoding="async" width="969" height="1024" src="https://www.ginellisilverioadvogados.com.br/wp-content/uploads/2024/07/image-969x1024.jpg" alt="" class="wp-image-7908" style="width:467px;height:auto" srcset="https://www.ginellisilverioadvogados.com.br/wp-content/uploads/2024/07/image-969x1024.jpg 969w, https://www.ginellisilverioadvogados.com.br/wp-content/uploads/2024/07/image-284x300.jpg 284w, https://www.ginellisilverioadvogados.com.br/wp-content/uploads/2024/07/image-768x812.jpg 768w, https://www.ginellisilverioadvogados.com.br/wp-content/uploads/2024/07/image.jpg 1170w" sizes="(max-width: 969px) 100vw, 969px" /></figure>



<p>Segue Reclamação Trabalhista  onde obtivemos êxito nesse sentido:</p>



<p>TRT 2 &#8211; 1ª VT/TABOÃO DA SERRA &#8211; ATOrd 1000628-73.2022.5.02.0501</p>



<p>TRT2 &#8211; 38º VT/SP &#8211; ATOrd 1001283-81.2019.5.02.0038</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>TRT2 ENTENDE QUE GERENTE DE CONTAS DO SANTANDER FAZ JUS AO RECEBIMENTO DE HORAS EXTRAS ALÉM DA 6ª DIÁRIA.</title>
		<link>https://www.ginellisilverioadvogados.com.br/trt2-entende-que-gerente-de-contas-do-santander-faz-jus-ao-recebimento-de-horas-extras-alem-da-6a-diaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Veridiana Ginelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Mar 2024 15:11:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mídias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.ginellisilverioadvogados.com.br/?p=7887</guid>

					<description><![CDATA[Em recente decisão a 4ª Turma do TRT2, assim entendeu: &#8220;CARGO DE CONFIANÇA. BANCÁRIO. CARACTERIZAÇÃO ÀLUZ DA INTELIGÊNCIA DOS ARTS. 62, II E 224, § 2º, AMBOSDA CLT. O enquadramento do empregado bancário, no cargo deconfiança, não deve ater-se a nomenclatura, mas aos elementos extraídosda realidade fática. A questão deve ser analisada sob o prisma&#8230;&#160;<a href="https://www.ginellisilverioadvogados.com.br/trt2-entende-que-gerente-de-contas-do-santander-faz-jus-ao-recebimento-de-horas-extras-alem-da-6a-diaria/" class="" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">TRT2 ENTENDE QUE GERENTE DE CONTAS DO SANTANDER FAZ JUS AO RECEBIMENTO DE HORAS EXTRAS ALÉM DA 6ª DIÁRIA.</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p></p>



<p>Em recente decisão a 4ª Turma do TRT2, assim entendeu:</p>



<p></p>



<p>&#8220;CARGO DE CONFIANÇA. BANCÁRIO. CARACTERIZAÇÃO À<br>LUZ DA INTELIGÊNCIA DOS ARTS. 62, II E 224, § 2º, AMBOS<br>DA CLT. O enquadramento do empregado bancário, no cargo de<br>confiança, não deve ater-se a nomenclatura, mas aos elementos extraídos<br>da realidade fática. A questão deve ser analisada sob o prisma do efetivo<br>exercício, pelo empregado, das funções de confiança. Aplicável a<br>primazia da realidade. Súmula 102 do TST. Em matéria de cargo de<br>confiança bancária, a legislação classifica aqueles de confiança máxima<br>(art. 62, II CLT) e aqueles de confiança intermediária (art. 224, § 2º,<br>CLT). Os demais cargos são de confiança ordinária&#8221;</p>



<p></p>



<p><strong>Fonte: TRT2 ´4ª Turma &#8211; PROCESSO nº 1001079-16.2023.5.02.0032</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title> Estabilidade Pré Aposentadoria</title>
		<link>https://www.ginellisilverioadvogados.com.br/estabilidade-pre-aposentadoria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Veridiana Ginelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Mar 2024 00:32:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mídias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.ginellisilverioadvogados.com.br/?p=7855</guid>

					<description><![CDATA[Os Ministros da 3ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho, por unanimidade de votos afastaram a necessidade de comunicação formal ao empregador, da estabilidade pôr proximidade da aposentadoria, para o reconhecimento do direito do reclamante, senão vejamos: “&#8230;no  mérito,  dar-lhe provimento  para, afastando  a  necessidade  de  comunicação  formal  ao  empregador  da  proximidade  da aposentadoria, reformar&#8230;&#160;<a href="https://www.ginellisilverioadvogados.com.br/estabilidade-pre-aposentadoria/" class="" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text"> Estabilidade Pré Aposentadoria</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os Ministros da 3ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho, por unanimidade de votos afastaram a necessidade de comunicação formal ao empregador, da estabilidade pôr proximidade da aposentadoria, para o reconhecimento do direito do reclamante, senão vejamos:</p>



<p> <p class="MsoNormal" style="margin-left:177.2pt"><i>“&#8230;<span style="font-size: 10.5pt; font-family: Arial, sans-serif; color: black; background-image: initial; background-position: initial; background-size: initial; background-repeat: initial; background-attachment: initial; background-origin: initial; background-clip: initial;">no  mérito,  dar-lhe provimento  para, afastando  a  necessidade  de  comunicação  formal  ao  empregador  da  proximidade  da aposentadoria, reformar o acórdão recorrido para, reconhecendo o direito do reclamante à estabilidade pré-aposentadoria  e  os  pedidos  daí  decorrentes,  ou  seja,  determinar  a  sua  reintegração  ao  emprego, considerando  as  mesmas  condições  a  que  fazia  jus  na  data  da  dispensa,  bem  como  condenar  a reclamada  ao  adimplemento  dos  salários,  férias  acrescida  do  terço  constitucional,  décimo  terceiro, FGTS,  contribuições  previdenciárias  e  multa  normativa  desde  o  dia  seguinte  à  dispensa  até  a  efetiva reintegração  ou  até  o  término  da  garantia  de  emprego  –  o  que  ocorrer  primeiro&#8230;”</span></i></p> Fonte: TST – 3ª Turma &#8211; PROCESSO Nº TST-RRAg &#8211; 1001615-32.2019.5.02.0205</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>NULIDADE DE DISPENSA DO RECLAMANTE – AFASTADA JUSTA CAUSA</title>
		<link>https://www.ginellisilverioadvogados.com.br/nulidade-de-dispensa-do-reclamante-afastada-justa-causa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luis Gustavo Silvério]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Nov 2023 20:16:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.ginellisilverioadvogados.com.br/?p=7847</guid>

					<description><![CDATA[A Justa Causa é um instituto previsto na CLT para sinalizar penalidade máxima quando da prática de ato previsto no art. 482. Nem sempre tal penalidade é aplicada de forma correta, nestes casos o trabalhador pode recorrer a Justiça do Trabalho para ser reconhecido o direito de anulação de tal penalidade, senão vejamos. No processo&#8230;&#160;<a href="https://www.ginellisilverioadvogados.com.br/nulidade-de-dispensa-do-reclamante-afastada-justa-causa/" class="" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">NULIDADE DE DISPENSA DO RECLAMANTE – AFASTADA JUSTA CAUSA</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Justa Causa é um instituto previsto na CLT para sinalizar penalidade máxima quando da prática de ato previsto no art. 482.</p>



<p>Nem sempre tal penalidade é aplicada de forma correta, nestes casos o trabalhador pode recorrer a Justiça do Trabalho para ser reconhecido o direito de anulação de tal penalidade, senão vejamos.</p>



<p>No processo 1000082-53.2023.5.02.0090, assim reconheceu o magistrado em sentença:</p>



<p><em>“Assim, conclui-se que a justa causa foi aplicada à reclamante de forma arbitrária e desproporcional, baseada em meros indícios e em conclusões de uma empresa terceira. Verifica-se, então, que  reclamada  extrapolou  os  limites  do  seu  poder  diretivo, notadamente por utilizar-se da referida pena sem substrato fático capaz de sustentá-la.”</em></p>



<p>Fonte: TRT2 – 90ª VT/SP &#8211; PROCESSO 1000082-53.2023.5.02.0090</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; TRT2 &#8211;&nbsp; 90ª VT/SP – PROCESSO 1001203-84.2020.5.02.0070</p>



<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; TRT2 – 42ª VT/SP – PROCESSO 1000803-57.2020.5.02.0042</p>



<p>         </p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>DOENÇA GRAVE GERA REINTEGRAÇÃO</title>
		<link>https://www.ginellisilverioadvogados.com.br/doenca-grave-gera-reintegracao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Veridiana Ginelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Jul 2023 14:46:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.ginellisilverioadvogados.com.br/?p=6358</guid>

					<description><![CDATA[Funcionário do Itaú, teve reconhecido o direito a reintegração em suas funções laborativas, pois, foi deferido em Tutela de Emergência que a dispensa do reclamante foi discriminatória. Sendo assim se manifestou o magistrado da 1ªVara do Trabalho de São Paulo: &#8220;Todas as alegações do reclamante restaram comprovadas pela farta documentação anexada à inicial.Destarte, acolho integralmente&#8230;&#160;<a href="https://www.ginellisilverioadvogados.com.br/doenca-grave-gera-reintegracao/" class="" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">DOENÇA GRAVE GERA REINTEGRAÇÃO</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Funcionário do Itaú, teve reconhecido o direito a reintegração em suas funções laborativas, pois, foi deferido em Tutela de Emergência que a dispensa do reclamante foi discriminatória.</p>



<p>Sendo assim se manifestou o magistrado da 1ªVara do Trabalho de São Paulo:</p>



<p><em>&#8220;Todas as alegações do reclamante restaram comprovadas pela farta documentação anexada à inicial.<br>Destarte, acolho integralmente a tutela de urgência pretendida pelo autor, assegurando a reintegração jurídica no emprego, nas mesmas condições, salário, incluindo parcelas personalíssimas, como o adicional por tempo de serviço, além de manutenção do plano de saúde, nas mesmas condições, coberturas e participação do autor se houver,..&#8221;</em></p>



<p></p>



<p><strong>Fonte: TRT2: 1ª Vara do Trabalho &#8211; RT: 1000519-70.2023.5.02.0001</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Gerente Departamental Do Bradesco Com Alto Padrão Salarial Faz Jus Ao Recebimento De Horas Extras</title>
		<link>https://www.ginellisilverioadvogados.com.br/gerente-departamental-do-bradesco-com-alto-padrao-salarial-faz-jus-ao-recebimento-de-horas-extras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luis Gustavo Silvério]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Apr 2023 12:26:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.ginellisilverioadvogados.com.br/?p=1593</guid>

					<description><![CDATA[Em recente decisão a 15ª Turma do TRT/SP 2ª Região, entendeu que &#160;&#160;um funcionário com cargo de Gerente Departamental, tem direito a receber horas extraordinárias praticadas, afastando a alegação do banco sobre o exercício de cargo de confiança. Senão vejamos: “Diga-se, mais, para o enquadramento do empregado na exceção legal prevista no inciso II, do&#8230;&#160;<a href="https://www.ginellisilverioadvogados.com.br/gerente-departamental-do-bradesco-com-alto-padrao-salarial-faz-jus-ao-recebimento-de-horas-extras/" class="" rel="bookmark">Continue a ler &#187;<span class="screen-reader-text">Gerente Departamental Do Bradesco Com Alto Padrão Salarial Faz Jus Ao Recebimento De Horas Extras</span></a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em recente decisão a 15ª Turma do TRT/SP 2ª Região, entendeu que &nbsp;&nbsp;um funcionário com cargo de Gerente Departamental, tem direito a receber horas extraordinárias praticadas, afastando a alegação do banco sobre o exercício de cargo de confiança. Senão vejamos:</p>



<p>“Diga-se, mais, para o enquadramento do empregado na exceção legal prevista no inciso II, do art. 62 do consolidado, além do necessário exercício de cargo de alta confiança, sendo o empregado a autoridade máxima no local de trabalho, é necessário que não haja nenhuma fiscalização de horário por parte do empregador, posto que o empregado, nessas condições, utiliza seu tempo de trabalho de acordo com suas necessidades e seu livre arbítrio, eis que seu maior interesse é a própria empresa, figura a que ficticiamente se equipara, haja vista fazer parte da alta cúpula da companhia.</p>



<p>Neste cenário, o obreiro não poderia ser considerado como exercente de cargo de confiança, tal como descrito no artigo 62, inciso II, da CLT, pois se assim fosse, isso o excluiria de qualquer limite de jornada.(&#8230;)</p>



<p> A reclamada não juntou cartões de ponto(&#8230;.) &#8220;</p>



<p> <strong>RT 1000415-33.2022.5.02.0383</strong> &#8211; <strong>30/03/23</strong> </p>



<p>&#8220;as atividades da Autora envolviam uma maior responsabilidade, eis que lidava com a alocação e conferência do relatório de alocação das rubricas no orçamento de todo o departamento, contudo, isso não lhe conferia poderes de decisão</p>



<p>a Autora não possuía liberdade de horários,contando com uma carga horária mínima a ser cumprida, além de controle visual, coma necessidade de justificar as faltas.</p>



<p>Diante disso, concluo que não está caracterizada a exceção prevista no artigo 62, da CLT que afasta a aplicação das regras protetivas sobre ajornada de trabalho, sendo certo que a mera nomenclatura do cargo não constitui critério legal válido para essa distinção.&#8221;</p>



<p> </p>



<p><strong>Fonte: TRT2/SP – 15ª Turma – RT 1001053-05.2018.5.02.0384</strong></p>



<p><strong>Fonte: TRT2/SP &#8211; 3ª VT DE OSASCO &#8211; RT 1000415-33.2022.5.02.0383</strong> &#8211; <strong>30/03/23</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
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